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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


Urbanização da Vila Esperança

Vejo que ultimamente  anda se falando na urbanização da Vila Esperança,acho isso ótimo pois com a urbanização teremos uma qualidade de vida melhor,mas o que me preocupa é o presente e não só o futuro.
Já falei por diversas vezes com a prefeita,secretário de obras e ouvidor sobre minha comunidade,acho que é preciso criar ações paliativas para que nossa comunidade não fique esquecida,pois sabemos que o ponto final é a ultima etapa do projeto.
Já dei a sugestão de asfalto ecológico, com paralelepípedos pois podem ser retirados depois,a questão da iluminação e a falta de água,sendo este ultimo que recebi uma resposta depois de muitas reivindicações.
Acredito que tudo isso pode ser resolvido muitos antes do que a urbanização basta querer,são coisas simples e podem ser resolvidas em questão de dias,mas o que falta?
Será que o paralelepípedo ou o asfalto ecológico não seria uma opção?Cobrar da CPFL iluminação nova e em todos os becos do ponto final é difícil? Exigir da Sabesp atenção pelo ponto final pois o tal reforço da água até agora não foi feito e fico só na balela.
Acredito que, em última análise, a função do líder é espalhar esperança,por isso a luta continua e  o sonho de um bairro melhor é possível,basta acreditar.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011


Governo admite que novo Código Florestal poderá levar a desmatamento


O governo admitiu ontem pela primeira vez que o novo Código Florestal levará a um aumento na taxa de desmatamento.

Numa entrevista coletiva na COP-17, a conferência do clima de Durban, África do Sul, o secretário nacional de Mudança Climática, Eduardo Assad, afirmou que há cenários possíveis em que o texto a ser votado hoje no Senado Federal leva a mais perda de floresta.
"O código não foi votado ainda, então estamos discutindo suposições e cenários", afirmou Assad. "Há áreas que serão reflorestadas e áreas que serão desmatadas", prosseguiu. Ele diz, porém, que a versão atual, comparada à que foi aprovada na Câmara, é "muito positiva".
O governo despertou a ira das organizações ambientalistas ao afirmar, na semana passada, que o novo código na verdade ajudaria o Brasil a cumprir sua meta de redução de emissões de gases de efeito estufa ao promover a recuperação de parte das áreas de preservação permanente desmatadas ilegalmente. A declaração deu ao país o prêmio "Fóssil do Dia" em Durban e fez as ONGs perguntarem à ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) como cortar árvores poderia reduzir emissões.
Após as críticas, o governo mudou o discurso.
As estimativas ainda são preliminares, mas há pelo menos um dispositivo no código em tramitação que promove novos desmatamentos: a redução da reserva legal em Estados que tenham mais de 65% de sua área coberta por unidades de conservação e terras indígenas. Isso poderia levar ao desmatamento de 800 mil hectares somente no Amapá.

Fonte: Folha.com

sábado, 3 de dezembro de 2011

Você sabe por que o bebê chora ao nascer?
É uma pergunta intrigante, não é? Na verdade o choro do bebê ao nascer não é causado pela fome e muito menos por manha. Aquele primeiro chorinho tem a função de adaptar a respiração e a circulação sangüínea do bebê para o ambiente externo. Isso porque enquanto está no útero, o bebê possui um tipo de circulação e de comportamento pulmonar. O pulmão tem líquido amniótico. Após nascer é preciso uma pressão para expandir os pulmões, feita por meio do choro.
Essa diferença de pressão dá início à respiração e, ao mesmo tempo, altera a anatomia cardíaca, transformando a circulação sangüínea fetal no modelo de circulação de um adulto. Em poucos minutos, o bebê já está adaptado à vida fora do útero da mãe, respirando normalmente. É uma dinâmica muito intensa e até dolorida, mas que dura pouco tempo.